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PostHeaderIcon DISTURBIOS DA ATENÇAO E NUTRIÇAO

DESORDENS DE ATENÇAO

A dislexia, o autismo, a hiperatividade, as desordens de atenção, problemas de aprendizagem e muitas outras condições são condições que precisam de ser compreendidas , pois estão cada vez mais presentes em nossa convivência.   E a alimentação balanceada, varias refeições ao dia com nutrição adequada, associada à atividade física pode significar ótimos resultados.

 

Dislexia e autismo, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente, muitas vezes arguta e até genial, mas que aprende de maneira diferente…

 

Frutos que facilitam a aprendizagem

A investigação demonstrou que as dietas ricas em mirtilos melhoram significativamente a capacidade de aprendizagem e de habilidades motoras.

O abacate contribui para um fluxo sanguíneo saudável e para a diminuição da pressão arterial, irrigando assim de forma eficaz o cérebro.

Nozes e sementes são boas fontes de vitamina E, uma vitamina importante e necessária para o cérebro evitando o declínio de funções cognitivas. Caju, amendoins, nozes, sementes de girassol e gergelim, amêndoas e passas verdes são bons exemplos.

Alimentos que ajudam na aprendizagem

Pães de grãos inteiros, arroz integral, farinha de aveia contribuem para um cérebro saudável, reduzindo o risco de doenças cardíacas. Ao promover um coração saudável e uma melhor circulação sanguínea, a entrega de oxigênio e nutrientes através do fluxo sanguíneo ao cérebro é assegurada.

Os carboidratos integrais  também abastecem o cérebro com um fluxo constante de glicose, que prioriza a função cerebral. É importante evitar carboidratos simples porque a glicose dá ao cérebro picos de energia, muitas vezes seguidos de cansaço e fome.

Chá é um potente antioxidante, favorecendo o fluxo sanguíneo. No entanto, é importante dosear adequadamente a ingestão de chá, especialmente do preto por conter cafeína.

Chocolate puro ou cacau  contém vários estimulantes naturais, ajuda a concentrar e aumentar a concentração e incentiva a produção de endorfinas, promovendo o bom humor. É mais saudável o chocolate preto.

Omega 3, suplementos de óleo de peixe, fornecem ácidos gordos altamente insaturados que constituem 20% do peso do cérebro. Um deles, o ácido eicosapentanóico, é particularmente importante para a função cerebral porque os neurônios magnocelulares parecem ser especialmente vulneráveis à falta de omega 3. (consumir peixe ao menos 3 x na semana)

Omega 3

Os resultados do estudo Oxford-Durham, que entretanto foram publicados, demonstraram que cápsulas de óleo de peixe, ingeridas durante 3 meses, podem ajudar a complementar a leitura, escrita, atenção e concentração das crianças com dispraxia melhorarando-a significativamente.

 

MÚSICA NA APRENDIZAGEM

A música tem um grande impacto no processo de aprendizagem das crianças. Nas escolas observa-se que as crianças podem memorizar matemática mais fácilmente quando aprendem com música ou poesia.Pesquisa recente descobriu que ouvir música clássica aumenta a memória e a concentração e que tocar instrumento musical melhora o raciocínio espaço-temporal. Ouvir música clássica pode melhorar a solução de problemas matemáticos complexos e aumenta a prontidão para aprendizagem de línguas estrangeiras. Os benefícios são inúmeros e ficam para toda a vida. Melhora a memória e imaginação desse modo melhorando o processo criativo.

Mozart em especial tem efeitos positivos no corpo inteiro. Efeitos terapêuticos excepcionais:neurológicos, mental e físico. Especialmente a sonata para piano K488, tiveram efeitos na aprendizagem, memória, no tratamento de déficit de atenção, dislexia, autismo e outras condições de crianças e adultos. Sugiro que coloque para a criança som ambiente com Mozart, ao dormir, e ao fazer as tarefas da escola.

Musicoterapia

As crianças com dislexia ou outros problemas de leitura podem ser ajudadas se aprenderem a tocar um instrumento musical. Esta foi a conclusão de um estudo da  Stanford University (Califórnia, Estados Unidos).

Neste estudo ficou provado, pela primeira vez, que a música ajuda a melhorar a capacidade do cérebro em distinguir entre sons que mudam rapidamente, que é a chave para compreender e utilizar a linguagem.

O estudo confirma também a noção de que o cérebro não é um órgão imutável, mas adaptável, o que significa que, com treino adequado, as pessoas podem melhorar a sua agilidade mental.

Benefícios Psicológicos da Dança Terapia

Melhora e aumenta a autoconsciência e autonomia pessoal;
Possibilita conectar-se com a memória corporal, desbloqueando sentimentos ou pensamentos oprimidos, proporcionando uma nova oportunidade criativa de ser;
Melhora os recursos da comunicação;
Estimula a criatividade e livre expressão;
Promove auto-conhecimento físico e emocional;
Estimula a descoberta e redescoberta das potencialidades adormecidas;
Proporciona a aceitação e o respeito ao próprio ritmo interno e ao tempo do outro;
Melhora a auto-estima, a auto-confiança, despertando o “sim, eu sou capaz”;
Facilita a expressão de sentimentos muitas vezes difíceis de serem colocados verbalmente;
Permite o reconhecimento das próprias limitações, que se tornam fonte de busca e descoberta de novas possibilidades;
Promove a atenção, presença e a escuta do ser;
Facilita e estimula a integração social;
Proporciona aceitação e a valorização das diferenças;
Desenvolve as capacidades cognitivas, a motivação e a memória.

 

Contribuição:

http://www.iapo.org.br/manuals/vii_manual_br_45.pdf

http://educamais.com/dislexia-e-musicoterapia/

http://www.dislexia.com.br/

http://educamais.com/beneficios-da-danca-terapia/

http://sacrocraniana.no.sapo.pt/dislexia.html#ixzz3i857W1fB

 

Eroni Lupatini: CRN 4298.graduada pela  Faculdade Assis Gurgacz. Especialista em Docência do Ensino Superior – UNIPAN. POS GRADUANDA  EM – NUTRIÇAO FUNCIONAL E FITOTERAPIA- INST.ANA PAULA PUJOL- Extensão universitária em: Efeitos Fisiológicos do Exercício Resistido para sobrepeso e obesidade – Fitoterápicos e Obesidade –  Desintoxicacao e Fitoterapia. -TErmogênicos – Resistencia  à Insulina Dietoterapia Vegetariana – Fitoterapia para Nutricionistas. –Nutrigenética e Câncer – Cuidados nutricionais e metabólicos pré e pró cirurgia bariátrica; Nutrição e Suplementação especializada no esporte: da teoria à prática; Nutrigenômica e Nutrigenética: implicações práticas na nutrição clínica; Nutrição e Saúde nos ciclos de vida da mulher: suplementação de nutrientes e fitoterápicos; Funcionais, fitoterápicos e suplementos. Workshop de Fitomedicina e Fitoterapia aplicados à nutrição; Nutrição esportiva funcional; Capacitação em dietoterapia vegetariana- Fisiologia da obesidade, da síndrome metabólica e da redução do peso corporal; Nutrição na terceira idade: do diagnóstico ao tratamento; entre outros. Atendimento a gestantes, lactentes, crianças, adolescentes, adultos e idosos e em pré e pró-gastroplastia. Fitoterapia aplicada a nutrição. Terapia Floral-, auriculoterapia.

PostHeaderIcon ESTRESSE: APRENDA A LIDAR COM ELE

ESTRESSE: APRENDA A LIDAR COM ELE

 

O médico psiquiatra Leonard  Verea,  diz que na medida certa o estresse pode ser positivo. “Ele é positivo em sua fase inicial, a do alerta, quando o organismo produz adrenalina, que dá ânimo, vigor energia, fazendo com que  sejamos mais produtivos e criativos.  Mas o organismo não suporta ficar em alerta por muito tempo.  O estresse crônico prejudica o sistema imunológico e deixa o organismo mais exposto a doenças  infecciosas.  Em alerta sempre, os hormônios do estresse produzem uma sensação contínua de ansiedade, de incapacidade e de catástrofe iminente.

Os altos níveis de cortizona podem aumentar os batimentos cardíacos, elevar a pressão sanguínea, além dos níveis de colesterol e triglicérides. A cortizona favorece também  o acúmulo de gordura abdominal.

O Estresse piora doenças dermatológicas, como psoríase, eczemas, urticária, acne, e é um dos desencadeantes dos ataques de asma.  Segundo o médico, os sinais iniciais costumam aparecer em atividades do dia a dia, mas muitas vezes só são notados quando surge alguma doença. “O que antes parecia simples, torna-se complicado. O que dava satisfação começa a irritar.

Em vez de esperar até que patologias como depressão, asmas, gastrite, infarto e alguns tipos  de câncer se desenvolvam, o psiquiatra recomenda prestar atenção a alterações de comportamento, diminuição do rendimento na escola ou no trabalho, insatisfação, irritabilidade, indecisão, insônia, sono agitado, falhas de concentração e memória, dedicação excessiva ao trabalho – e cada vez menor lazer – redução do entusiasmo pelo que acontece à volta e sensação de monotonia são outros sinais de alerta.

O que acontece depois como consequência  é: cansaço, ganho ou perda de peso, má digestão, prisão de ventre e diarreia, gases, gastrites, úlceras, baixa de resistência, infecções, gripes, pressão arterial alta, dores de cabeça e musculares etc.

Para manter o estresse sob controle, é preciso mudar a maneira de encarar os acontecimentos,  evitar superdimensioná-los e procurar relaxar com música clássica ou suave, sair para dançar, divertir-se etc.

Massagens para distensionar os músculos e atividade física de pelo menos 30 minutos diária, são fortes aliados. Antes de reagir de forma intempestiva, deve-se respirar fundo e contar até 10 e indagar-se: será que vale a pena estressar-se por tão pouco?

 

DICAS DE COMO LIDAR COM O ESTRESSE

  1. Evitar pensamentos negativos. Nosso pensamento é extremamente poderoso. Devemos usá-lo a nosso favor. Procurar fixar-se nos aspectos positivos da situação e não nos negativos.
  2. Dormir bem. Com quarto totalmente escuro por pelo menos 5 horas libera a melatonina que é o hormônio do sono, do bem estar e antidepressivo.
  3. Evitar comer fora dos horários. Assim como o estresse pode prejudicar o sono, pode levar a comer mal, como comer por impulso por exemplo. Tudo contribuindo para alimentar o ciclo vicioso: engordar e comer mal  faz mal à  saúde e pode nos deixar mais estressados e com o sono descompensado.
  4. Repensar os relações.  As relações profissionais e pessoais são uma faca de dois gumes: podem determinar nosso nível de estresse e também  ajudar, pois em situações difíceis, busca-se apoio da família, amigos e, mesmo em colegas de trabalho. Se isso não for possível, trocar de namorado, amigos ou trabalho pode ser o melhor a ser feito. Pense nisso.
  5. Não se cobrar demais.  Quando muito cansados, mesmo em decorrência de atividades prazerosas, nos sentimos mais cobrados, e portanto mais estressados. Reduzir o ritmo de atividades em períodos de estresse é a melhor maneira de se proteger.
  6. Fazer exercícios. A atividade física ajuda a descarregar o estresse imediatamente e a adquirir certa resistência  a ele. Ao exercitar o corpo  libera endorfinas para produção de serotonina que é o hormônio ligado à sensação de bem-estar.
  7. Aprender a administrar o estresse. Estressados tender a ser reativos, em vez de proativos, o que costuma trazer mais aborrecimentos. Uma ideia é estabelecer um plano de ação para não deixar que o estresse se acentue. Ou procurar ajuda profissional.
  8. Alimentação adequada. Com uma alimentação regrada, é possível combater ou reduzir os sintomas dessa doença que atinge 70% dos brasileiros. As hortaliças verde-escuras, assim como as frutas e legumes ricos em vitaminas, como a cenoura, são grandes aliados de uma nutrição rica e eficiente no combate ao stress. Castanha do pará, damasco, chia, painço, linhaça, cúrcuma, chá verde, alcachofra, peixes e frutos do mar são ótimos aliados também.
  9. Os alimentos antioxidantes, responsáveis por atacar as toxinas absorvidas pelo organismo ao longo de um dia, também são fundamentais. As principais fontes de antioxidantes são as ‘berrys’, frutas da família do morango, amora, mirtilo e cranberry, e o  cacau.
  10. Semente de girassol, gergelim e abóbora. Ricas em zinco e proteínas que estimulam o metabolismo de cardoidratos, gerando mais energia.
  11. O acompanhamento de um médico e nutricionista é fundamental para quem apresenta os sintomas da doença e busca um tratamento. Mas há também alguns hábitos que você pode mudar por conta própria para controlar o stress. São eles:
  12. Evitar alimentos industrializados e embutidos
  13. Evitar o consumo excessivo de alimentos ladrões de energia, como sal, açúcar e café
  14. Evitar o fumo e o álcool
  15. Aumentar ingestão de água (mínimo de 8 copos  por dia)
  16. Alimentar-se  de 3 em 3 horas
  17. Tenha uma atitude positiva sempre. Isto faz o estresse ficar longe.
  18. Reduza seu estresse existencial fazendo algo que lhe dê prazer. Ler, ouvir uma bela canção, ver uma obra de arte, dançar ou simplesmente meditar não são coisas materiais e podem, sim, lhe proporcionar um sentido de alegria.
  19. Busque a felicidade e esteja certa de que ela não vive atrelada ao dinheiro e pode estar nas coisas mais simples.
  20. Procure retirar o aprendizado da dificuldade que a vida está lhe mostrando. Pois nada é por acaso
  21. Sorria…. Sorrir diminui o estresse: Isto porque “durante uma sessão de gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina – hormônios do estresse – diminuem”. O cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que proporciona o relaxamento.
  22. Ame…  Viva seu hoje. Aprenda a viver o agora! Pois é um presente que a vida lhe oferece todos os dias

     

    Contribuição

    revista LES NOUVELLES ESTHÉTIQUES- ANO XxiV DEZEMBRO 2013

    http://dietaja.uol.com.br/

Eroni Lupatini graduada pela Faculdade Assis Gurgacz. Especialista em Docência do Ensino Superior – UNIPAN. Extensão universitária em: Fitoterapia para Nutricionistas. –Nutrigenética e Câncer – Cuidados nutricionais e metabólicos pré e pró cirurgia bariátrica; Nutrição e Suplementação especializada no esporte: da teoria à prática; Nutrigenômica e Nutrigenética: implicações práticas na nutrição clínica; Nutrição e Saúde nos ciclos de vida da mulher: suplementação de nutrientes e fitoterápicos; Funcionais, fitoterápicos e suplementos. Workshop de Fitomedicina e Fitoterapia aplicados à nutrição; Nutrição esportiva funcional; Capacitação em dietoterapia vegetarianaFisiologia da obesidade, da síndrome metabólica e da redução do peso corporal; Nutrição na terceira idade: do diagnóstico ao tratamento; entre outros. Atendimento a gestantes, lactentes, crianças, adolescentes, adultos e idosos e em pré e pró-gastroplastia. Fitoterapia aplicada a nutrição. Terapia Floral- MTC – ortomolecular, auriculoterapia. CRN 4298.

 

PostHeaderIcon ALIMENTAÇÃO APÓS OS SESSENTA ANOS DE IDADE

ALIMENTAÇÃO APÓS OS SESSENTA ANOS DE IDADE

 

Cientificamente, o período conhecido como “terceira idade” se inicia em torno dos 65 anos de idade.

Nesta fase, o organismo tende a sofrer um envelhecimento mais pronunciado, mas sua intensidade depende de muitos fatores (meio ambiente, estilo de vida, hábito de fumar, alimentação, prática de atividade física, depressão, estresse, etc.).

Em outras palavras, o idoso pode passar por este processo mantendo uma boa qualidade de vida desde que procure controlar, na medida do possível, alguns dos fatores.

Neste  período pode haver alterações no organismo que podem interferir na alimentação, como por exemplo: alterações do paladar e do olfato (com redução na percepção dos sabores salgado, doce e ácido), redução da salivação, menor capacidade de mastigação por falta de dentes, ou pelo uso de dentaduras mal adaptadas, ou por diversos distúrbios da deglutição (ato de engolir).

Para melhorar a palatabilidade os alimentos ricos em zinco podem contribuir (Castanha do pará, agrião, farelo de trigo, semente de abóbora,chicória, aveia, lentilha etc.)

Há muitos idosos que também apresentam problemas de flatulência (excesso de gases concentrados no intestino) e má digestão. Isso se deve normalmente, à diminuição da produção de enzimas digestivas e à destruição da flora bacteriana, trazendo má absorção de nutrientes pelo intestino. Essa destruição é conseqüência do consumo de alimentos refinados (farinha branca, pães brancos, bolachas, arroz branco, etc), açúcar simples (doces em geral), excesso de medicamentos, de café, acúmulo de agrotóxicos presentesem alimentos. Issotudo leva ao “cansaço orgânico”, que propicia o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas como obesidade, diabetes, hipertensão, colesterol elevado, obstipação além de doenças reumáticas, mal de Alzheimer, mal de Parkinson, etc.

Vale lembrar que o idoso tende a ser menos ativo fisicamente, e por isso deve ter uma dieta menos calórica do que a dos indivíduos mais jovens; este fator já representa um risco aumentado para deficiência de vitaminas (principalmente a vitamina B12) e minerais. Além disso, a desidratação é freqüente, já que dificilmente os idosos sentem sede e geralmente acabam se esquecendo de beber água.

Tendo em vista as mudanças naturais que surgem no organismo idoso, bem como o maior risco de desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, percebemos que os hábitos alimentares desta população devem ser reajustados, visando-se principalmente a melhora da qualidade de vida, buscando retardar as conseqüências naturais do processo de envelhecimento.

O idoso deve receber uma dieta variada, saudável e balanceada. As necessidades protéicas, calóricas e de gorduras diárias não são muito diferentes das de pessoas mais jovens, em termos de proporção. A dieta deve ser rica em vitaminas (principalmente B12), minerais (principalmente o cálcio e zinco), fibras, etc e muito pobre em produtos refinados.

Muitos destes problemas citados podem ser evitados ou amenizados através das seguintes medidas:

  • mastigar lentamente os alimentos para facilitar a digestão e absorção;
  • reduzir o volume total das refeições, já que as necessidades calóricas diárias são menores. Principalmente no período da noite onde o gasto energético do organismo é reduzido.
  • fazer um jantar mais leve. Mas atenção: se ele for substituído pelo tradicional café-com-leite ou por sopas prontas, o risco de desnutrição por deficiência de nutrientes será maior. É recomendado que se faça uma refeição completa, semelhante ao almoço, porém em quantidade menor, ou um lanche com pão integral, saladas, queijo branco, etc, ou mesmo uma sopa caseira, com diversos legumes e verduras;
  • substituir os produtos refinados em geral por integrais (arroz, soja, trigo em grão, macarrão, farinha de trigo, cevadinha);
  • substituir o açúcar refinado pelo mascavo. Mas cuidado: o excesso de açúcar em geral pode desencadear diabetes e excesso de peso;
  • reduzir o consumo de sal em geral, e substituir o refinado pelo marinho, pois este apresenta uma combinação de 89 nutrientes que não são encontrados no refinado. O consumo de sal deve ser controlado, principalmente entre hipertensos;
  • para hipertensos recomenda-se o consumo de alimentos fontes de magnésio (hortaliças verde escuras, soja), pois o uso de medicamentos anti-hipertensivos (diuréticos) costuma causar deficiência deste nutriente pois aumenta sua espoliação;
  • controlar o consumo de carne vermelha. Ela pode contribuir para o desenvolvimento de doenças como gota (causada pelo excesso de ácido úrico), distúrbios digestivos, alguns tipos de câncer e acelerar a espoliação de cálcio dos ossos ;
  • consumir diversos tipos de frutas, legumes, tubérculos, raízes e folhas verdes, chá verde (preferencialmente crús). Eles fornecem vitaminas, sais minerais, fibras, substâncias antioxidantes (retardadoras do envelhecimento e desintoxicantes naturais), etc;
  • prevenir a deficiência de vitamina B12 através do consumo de leite e derivados, ovos e carne vermelha com moderação;
  • aumentar o consumo de alimentos ricos em cálcio (leite e derivados, soja e derivados, gergelim vegetais verde escuros, etc). Esta dica serve em especial para mulheres que estão na fase da menopausa, pois estes alimentos auxiliam na prevenção e no tratamento da osteoporose (deficiência de cálcio nos ossos);
  • evitar alimentos que dificultam a absorção de cálcio, tais como bebidas alcoólicas e ricas em cafeína (café, chá preto, chá mate, refrigerantes à base de cola);
  • incluir na dieta: levedura de cerveja (rica em vitaminas do complexo B), gérmen de trigo (rico em fibras e vitamina E que possui ação antioxidante), gergelim (rico em cálcio, vitaminas e proteínas), sementes (de abóbora, de girassol, de linhaça), nozes e castanhas (de caju, do Pará) com moderação, pois são ricas em proteínas, vitaminas e gorduras de boa qualidade, seu excesso pode contribuir para o ganho de peso;
  • dar preferência a óleos vegetais poli-insaturados de milho e girassol (ricos em ômega-6), de canola e azeite de oliva (ricos em ômega-9), pois contribuem para a redução do colesterol ruim (LDL), assim como a semente de linhaça, o farelo de aveia, a soja e derivados;
  • consumir fibras (cereais integrais, fibra de trigo, farelo de aveia, fibra de beterraba (Fibret 73), quiabo, brotos de feijão e alfafa, frutas secas, bagaço de laranja…já que estes ajudam a evitar prisão de ventre, distúrbios intestinais, câncer de cólon e aterosclerose;
  • beber muita água: ela tem papel importante na desintoxicação do organismo, hidratação, transporte de nutrientes e no bom funcionamento do intestino e dos rins;
  • fazer atividade física diariamente, ou pelo menos 3 vezes por semana por 30 minutos. A caminhada (atividade de impacto) deve ser praticada principalmente para aqueles com predisposição a osteoporose, pois conserva a massa óssea, assim como o banho de sol.
  • Invista em momentos de lazer e alegrias.

 

A terceira idade pode sim ser sinônimo de qualidade de vida, desde que seja associada ao maior consumo de água e fibras, atividade física, alimentação balanceada e pensamento positivo

Contribuição de:

http://www.facom.ufba.br/com112_2000_1/nutryr/terceiraidade.htm

 

Nutricionista graduada pela Faculdade Assis Gurgacz. Especialista em Docência do Ensino Superior – UNIPAN. Extensão universitária em: Cuidados nutricionais e metabólicos pré e pró cirurgia bariátrica; Nutrição e Suplementação especializada no esporte: da teoria à prática; Nutrigemônica e Nutrigenética: implicações práticas na nutrição clínica; Nutrição e Saúde nos ciclos de vida da mulher: suplementação de nutrientes e fitoterápicos; Funcionais, fitoterápicos e suplementos. Workshop de Fitomedicina e Fitoterapia aplicados à nutrição; Nutrição esportiva funcional; Fisiologia da obesidade, da síndrome metabólica e da redução do peso corporal; Nutrição na terceira idade: do diagnóstico ao tratamento; entre outros. Atendimento a gestantes, lactentes, crianças, adolescentes, adultos e idosos e em pré e pró-gastroplastia. Fitoterapia aplicada a nutrição. Terapia Floral- MTC – ortomolecular, auriculoterapia. CRN 4298 Pr

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